Robalos e companhia

Dezembro 20 2009

AS AMOSTRAS…ESSE MUNDO
 
É um mundo mesmo. Cada vez mais são marcas e modelos que as lançam no mercado inundando-nos de dúvida. Á primeira vista confundem-nos…mas com alguma experiência e bons conselhos compraremos só as que necessitamos e cuja eficácia já está comprovada por outros colegas. É um facto que não as poderemos possuir todas, por isso temos de ser extremamente criteriosos na sua escolha e tentar não comprar “gato…por lebre.”
 

Vamos fazer uma pequena “divisão” segundo as suas características, em Amostras de Superfície; de Meia-água e de Profundidade:

 
As Amostras de Superfície
 

Como o próprio nome indica são amostras que trabalham na superfície da água. A sua grande característica diferenciadora é a ausência de palheta. Dentro desta classe existem variados subtipos: as passeantes; as popper; as pencil popper; os híbridos. Exemplos disso são as Sammy, as Zclaw, o Chug bug, a Surface Cruisier e o Patchinko por exemplo. Estas amostras como trabalham na superfície proporcionam espectaculares ataques dos predadores que nunca mais esqueceremos.

 
Os Passeantes:
 

Estas amostras não possuem portanto a palheta, o que a distingue dos minnows. Ao trabalharmos estas amostras na superfície da água com pequenas acções de ponteira enquanto vamos recolhendo a linha, fazemos uma acção denominada walking the dog (WTD).

 Existem mais técnicas e nuances que cada um imprime, como o Stop and Go que não é mais do que um WTD seguido de uma paradinha de alguns segundos, mas estes são assuntos mais técnicos, em que no Pesca com Amostras existe já abundante informação.

 
Os Poppers:
 

A característica diferenciadora é a forma da cabeça, normalmente circular e sobretudo a concavidade que em acção de pesca produz os salpicos de água e o pop..pop.pop tão característico deste tipo de amostras, um som muito peculiar e atractivo para o robalo…daí o seu nome.

 
As Minnows:
 

Nesta classe de amostras existem fundamentalmente 3 subtipos: os Flutuantes (flooting); os de Meia-água (suspending) e os de Profundidade (sinking).

 

Os Flutuantes (flooting); dentro desta classe são os mais utilizados pelo pescador, pois trabalham em pouca água e por isso o risco de perda é menor. No entanto existem amostras em que a forma, tamanho e ângulo da palheta pode fazer com que a amostra trabalhe em capas de água mais profundas, mas isso ficará para outro possível artigo.

 

Os de Meia-água (suspending); são amostras muito interessantes, pois trabalham na coluna de água para que foram construídas, ora isso pode revelar-se muito eficaz em algumas situações. Com esta amostra podemos aguentá-la mais tempo numa zona que nos interessa trabalhar, pois quando paramos a recuperação ela mantém-se na coluna de água para que foi construída.

 

Os de Profundidade (sinking); como o próprio nome indica esta amostra explora capas de água mais profundas. Exige portanto pesqueiros de alguma profundidade, sob pena de as perdermos.

 

Autor: Paulo Machado

http://www.pescacomamostras.net/

publicado por Brito Ribeiro às 12:32

Robalos e companhia pretende contribuir para uma maior divulgação da pesca desportiva nas suas várias modalidades, norteado pela responsabilidade e pela defesa de um património que, se não for devidamente protegido, corre o risco de desaparecer breve
mais sobre mim
Dezembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


pesquisar
 
blogs SAPO